Rebenhaus: da videira ao coração

A arte de apresentar os vinhos alemães para o paladar brasileiro

Foi uma experiência pessoal que fez Christiane Dietz descobrir o prazer do universo do vinho. Em uma viagem para a Alemanha, em 2003, em que foi para trabalhar e estudar, Christiane conheceu pequenos vilarejos no país germânico, que viviam basicamente da produção de uvas e vinhos. Descendente de alemães, ela se identificou e se encantou com o modo de vida e pelo resultado de uma produção muito exclusiva. “Você chega nas cidades e só tem algumas casas, a vinícola, um curral. É tudo muito idílico”, diz.

Após sete anos, Christiane decidiu regressar ao Brasil. “Ao voltar para cá, eu me casei e um tempo depois fui com meu marido apresentar a ele a terra dos meus familiares. Ele também se encantou com o vinhos alemães e nós ficamos pensando em como trazer esses vinhos para o mercado brasileiro”, explica Christiane. Assim nasceu a Rebenhaus, representante e distribuidora de uma série de vinhos das regiões de Mosel, Pfalz, Rheingau e Nahe, na Alemanha, conceituada pela qualidade de suas vinícolas.

Diferente dos vinhos que o consumidor brasileiro está mais acostumado a beber, os alemães são mais leves e refrescantes. “Os vinhos brancos do nosso portfólio são mais aromáticos e refrescantes; até mesmo os vinhos doces, sem serem enjoativos”. Isso também vale para os tintos, que para os brasileiros torna-se uma surpresa sensorial: corpos elegantes e taninos refinados.

Essas características combinam muito bem com o clima do Brasil. “Por conta da origem em solo vulcânico, de ardósia ou argila, nossos vinhos possuem um terroir excepcional e harmonizam muito bem com nosso clima e com o que gostamos de comer aqui, desde o churrasco e a pizza, passando pelo sushi, peixes e frutos do mar. Para apreciar um bom vinho é preciso estar no clima certo e com a comida certa, caso contrário perdemos os dois”, explica Christiane.

Entre os rótulos oferecidos pela Rebenhaus está um Riesling da vinícola mais antiga de Riesling do mundo, com oitocentos anos, chamado Schloss Johannisberg. “É um vinho branco de uma região chamada Rheingau, que traz estrutura para o vinho, e permite vinhos de guarda. Este, por exemplo, conta com um potencial de oito anos. Você sente aromas de frutas amarelas com caroço, como damasco, pêssego e quando você bebe, vem o paladar da uva fresca, acompanhado por uma complexidade agridoce como cogumelos e castanhas, tudo perfeitamente equilibrado entre acidez e corpo, com uma textura cremosa e sabores persistentes ao paladar”, conta Christiane. Com o solo mineral e vulcânico, é essa acidez que faz com que os vinhos produzidos num clima temperado se adaptem tão bem ao nosso clima tropical.

Os vinhos de entrada são menos estruturados, mas também agradam ao paladar do brasileiro, com destaque para o brancos Villa Wolf Gewuertztraminer semi seco Pfalz 2024, e o Saint Michael Pinot Blanc Nahe semi seco 2021. E também os tintos Anselmann Pinot Noir Pfalz seco 2024 e o Villa Wolf Pinot Noir Pfalz seco 2024.

“As pessoas vão se surpreender com os vinhos alemães. Nós estamos acostumados com um estilo de vinho, mas os alemães trazem essa combinação de solo e tipo de uva, que proporciona um sabor único, uma surpresa harmonizada”, finaliza.

Quem tiver interesse em conhecer mais os produtos da Rebenhaus pode entrar em contato com a Christiane no whatsapp (12) 9.7401- 9009.

Foto: Chris Dietz, Baden-Wurttenberg, Alemanha

Compartilhe esta postagem:

Facebook
Twitter
LinkedIn
Pinterest
WhatsApp
Veja mais
Categorias

Inscreva-se em nossa newsletter

Receba novidades, insights e novos conteúdos toda semana.